Educando crianças sobre finanças

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G4 News

Não é porque crianças são, ahn… crianças, que devemos privá-las de aprender sobre um assunto que – dependendo do cenário atual em que você vive – algumas vezes elas já perceberam uma certa tensão no ar ao falar desse tópico: Organização Financeira.

Claramente, sabemos que há dados sobre esse conteúdo que realmente serão necessários maturidade e conhecimento matemático para que a criança possa tomar real consciência da conversa.

Mas se você quiser que seu filho tenha condições de não passar por algumas experiências que você pode ter passado (até aprender a gerenciar bem suas contas), é sábio da sua parte introduzir o assunto ECONOMIA no bate-papo com a garotada desde pequenos.

Se é na infância que aprendemos sobre os valores essenciais que formarão nosso caráter e que levaremos pra vida, nada melhor que saber cuidar bem do bolso desde cedo. Não acha?

Se nós tivéssemos sido bem orientados e acompanhados sobre esse tema, na idade escolar, e se os exercícios de aritmética tivessem nos aprofundado em situações mais cotidianas do que “Tenho 10 maçãs e dou 2 para Aninha”, nossa vida teria sido menos complicada depois que crescemos.

Mais do que nunca, a atualidade de nossos pequenos é mais agressiva que a nossa quanto às ofertas que recebem ao longo de apenas um dia de vida. Seja no Youtube (e seus influencers infantis), nas propagandas entre os desenhos, nos anúncios que aparecem entre uma fase e outra do joguinho do celular, constantemente as crianças são direcionadas para clicar, conhecer, deseja alguma coisa.

Mesmo fora do ambiente digital, supermercados, lanchonetes, lojas e espaços de convivência social estão repletos de atrativos e estratégias pensadas no consumo infantil. É comum os pequenos ficarem encantados com elas, então use as oportunidades do dia-a-dia (pagamento das contas, compras do mês, visitas ao médico, e oriente eles sobre moderação, planejamento, economia e investimentos.

Use uma linguagem simples, mas não fantasie o assunto. Nem todas as vezes que queremos podemos comprar, há itens que são legais, mas possuem um valor de venda superfaturado. Permita-lhes tomar a consciência que o dinheiro é fruto de trabalho e não cresce em árvore.

Para crianças pequenas é adequado trabalhar o assunto de forma lúdica (em brincadeiras), usar o famoso “Cofre de Porquinho” para ensiná-los a poupar umas moedas ou instituir uma mesada. Quando eles quiserem comprar algo, analisem juntos quanto foi poupado. Eles não esquecerão a experiência e certamente lhe agradecerão no futuro!

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